Lígia Guerra

Lígia Guerra
Por que carrego doçura na alma e asas nos pés?
Porque sinto a vida além do óbvio.
Porque enxergo sol em dias de chuva.
Porque amo até mesmo o desamor.
Porque acolho cada gesto com os braços do coração.
Porque perfumo o caminho das estrelas.
Porque componho alegria na poesia da tristeza.
Porque desejo colorir a vida com olhos de fé!

- Lígia Guerra -

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Coração Exigente...

O meu coração não é escrito a lápis... Sou incapaz de apagar pessoas, sentimentos e vivências com a borracha da indiferença. Porém, esse mesmo coração tem uma outra vantagem, ele não tem espaço para arquivo morto... Quem souber aproveitar a estada que ele oferece e conquistar o seu afeto tem lugar cativo ad aeternum... Os demais foram lições e aprendizados de capítulos encerrados. A vida é curta demais para repetir histórias e o meu coração exigente demais para conviver com pessoas rasas. Novas experiências e sentimentos profundos... É o mínimo que ele espera de mim.

- Lígia Guerra -

4 comentários:

Quem Casa quer Casa disse...

Estou eu aqui novamente, lendo seus versos para ver novamente se me levanto de mais um dia dificil...

bom passar por aki...

bjs boa quinta até amanhã... rsrs...

Fernando Azevedo disse...

e tenha certeza que você tem lugar cativo no meu. Profundo.

(Obs.: Agora sou eu quem está te devendo um café (rs....) até agora não te liguei pra marcarmos (desculpe). Quero avisar que está tudo bem, me preparando pra prova final outubro. Bj av3sso.

YellowMcGregor disse...

Muito bonito e profundo.
Inspirou-me para escrever:

O meu coração é de pedra, onde não se escreve.
Nele se vai esculpindo vivências e emoções, gravadas a ferro e escopro ou por meras tintas cuspidas de uma lata qualquer, feitas arte urbana ou simples acto de selvageria.
Nada o deixa indiferente. Tudo o marca. Como aquela mancha de pastilha elástica, mastigada e remoída, primeiro colada e depois removida.
… Mas a água bate. Por vezes fura…
Como são belas as estátuas mesmo que desmembradas, consumidas e corroídas pelo tempo!...

O meu coração é de pedra… mas mole como plasticina em mão de criança.



Com um ramo de :-) (sorrisos)

YellowMcGregor disse...

Adorei. Foi inspirador:

O meu coração é de pedra, onde não se escreve.
Nele se vai esculpindo vivências e emoções, gravadas a ferro e escopro ou por meras tintas cuspidas de uma lata qualquer, feitas arte urbana ou simples acto de selvajaria.
Nada o deixa indiferente. Tudo o marca. Como aquela mancha de pastilha elástica, mastigada e remoída, primeiro colada e depois removida.
… Mas a água bate. Por vezes fura…
Como são belas as estátuas mesmo que desmembradas, consumidas e corroídas pelo tempo!...

O meu coração é de pedra… mas mole como plasticina em mão de criança.

Com um ramo de :-) (sorrisos)